IFB recebeu a visita da professora Pamela Christe, do L.H.Martin Institute, da Austrália

Nesta quarta-feira, o IFB recebeu a visita da professora Pamela Christe, do L.H.MARTIN INSTITUTE, da Austrália. Sua palestra aos alunos do curso de Letras-Inglês e servidores do Campus Riacho Fundo foi muito interessante.

Alunos ficaram empolgados e estão interessados no intercâmbio com escolas da Austrália. Mais importante: não precisamos de tradução.

Parabéns aos alunos, ao Campus Riacho Fundo pela logística e a professora Luciana Massukado pela organização.

Gestores da Rede fazem cursos com professores australianos

Gestores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica começaram nesta segunda-feira, 14, o programa Líderes para o Futuro, seminário promovido em várias etapas pela instituição australiana LH Martin Institute (LHMI), em parceria com o Ministério da Educação. O LHMI é vinculado à Escola de Pós-Graduação em Educação de Melbourne, e mundialmente reconhecida pelo treinamento de dirigentes do setor.

A primeira etapa dos cursos prossegue até 25 de agosto, na modalidade presencial. A segunda etapa será a distância e terá a duração de três meses. A última, novamente presencial, é prevista para dezembro, quando acontecerá a avaliação final em Brasília. O objetivo do evento é ampliar a gestão estratégica com instituições empresariais e aprimorar a liderança para uma educação profissional, científica e tecnológica do século 21.

“Nós temos procurado fazer parcerias com vários países”, explica a secretária de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eline Nascimento. “Trouxemos professores australianos para que eles possam fazer um trabalho com 200 gestores da nossa rede federal. Durante essas duas semanas, recebemos pessoas de todo o Brasil para se capacitar e trocar experiências com eles.

Na avaliação de John Maddock, representante do LHMI, com esses seminários será possível trocar ideias e experiências para que os dois países aprendam nessa área de gerência. “Brasil e Austrália vão se ajudar mutuamente. Poderemos trocar ideias e experiências para levarmos tanto para lá quanto aqui para o Brasil”, reconhece Maddock.

O curso é ministrado por quatro professores australianos. Para Wilson Conciani, reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB), essa parceria vai render bons resultados para o futuro. “O importante é capacitar a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica para um maior entendimento com a sociedade. Hoje, a rede presta um grande serviço, que é a formação de profissionais, desenvolvendo pesquisas e atendimento com soluções tecnológicas dedicadas. Podemos fazer isso melhor se conhecermos o modelo que países como Austrália desenvolvem.”

Esta é a primeira etapa do curso. Esse trabalho começa agora, com quatro turmas – grupos de aproximadamente 50 gestores. Haverá fóruns de discussão, debates e elaboração de projetos. O segundo seminário será em 17 e 18 de agosto; o terceiro em 21 e 22 de agosto e o quarto e último, nos dias 24 e 25 de agosto.

Fonte: Correio Braziliense

Carta de Santarém: em defesa da Rede Federal

Reunido em Santarém (PA) nos dias 9 e 10 de agosto de 2017, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica (Conif) deliberou por manifestar à sociedade brasileira uma solicitação de apoio à manutenção das condições de trabalho dos 38 Institutos Federais, dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) e o Colégio Pedro II.

A efetiva atuação dessas instituições representa:

a) a garantia de oportunidade para milhares de jovens e trabalhadores que dependem do ingresso na educação pública, gratuita e de qualidade, em todos os níveis da formação profissional, como requisitos fundamentais à conquista da cidadania, à mobilidade social e à redução das desigualdades socioeconômicas;

b) a possibilidade de transferência de conhecimento e tecnologia aos pequenos e médios empresários e agricultores para potencializar o desempenho de seus empreendimentos, além do suporte tecnológico às políticas públicas como forma de aprimorar serviços indispensáveis para a melhoria da qualidade de vida da população;

c) a oferta de licenciaturas e o desenvolvimento de ações em prol do avanço da qualidade da educação básica em articulação com as demais redes públicas de ensino;

d) a qualificação profissional de grupos sociais historicamente excluídos da escola, incentivando a democratização e a potencialização do trabalho e renda.

Cabe destacar que, reconhecida como uma das mais bem-sucedidas políticas públicas nacionais, a expansão da Rede Federal viabilizou a instalação de campi em todas as regiões e estados do Brasil. Sua interiorização serviu de vetor para mudar o curso marcante de adensamento populacional, de instituições produtoras de conhecimento, de equipamentos culturais e de infraestrutura econômica. Com isso, vem contribuindo para reduzir as desigualdades socioespaciais e descentralizar o desenvolvimento.

Neste momento, a concepção de educação e a natureza pública dessas instituições mostram-se fragilizadas diante de decisões que envolvem corte de recursos e que poderão implicar na precarização e paralisação das atividades em andamento. Tais riscos decorrem da imposição de modelos pedagógicos que desconsideram o debate democrático e o reconhecido trabalho da Rede Federal, o qual pode ser atestado, inclusive, pelos exames nacionais e internacionais que aferem a qualidade da educação.

Por fim, a educação e, em particular, a formação para o trabalho devem estar vinculadas, de forma incondicional, a uma perspectiva de natureza política e social mais ampla, conformada à irrefutável precedência do direito das pessoas.

Reiterando o pedido de apoio à sociedade brasileira, assim se posiciona este Conselho.

Santarém (PA), 10 de agosto de 2017.

 

77ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif)

 

Acesse aqui a Carta de Santarém em PDF.

Conif discute educação aberta e a distância no Brasil

O diretor Administrativo do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Wilson Conciani, participou do III PromovEAD, realizado nos dias 2 e 3 de agosto, em Cuiabá. O encontro promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Associação Universidade em Rede (UniRede), debateu a importância da visibilidade do ensino público aberto e a distância no País com representantes de diversas entidades ligadas à área.

Wilson Conciani, também reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB), apresentou as ações realizadas pela Rede Federal na mesa-redonda “Estratégias para promoção e desenvolvimento da Educação Aberta e a Distância no Brasil em instituições públicas de educação”.

De acordo com o diretor Administrativo do Conif, a oferta de cursos na modalidade a distância permite a democratização da educação no Brasil. “A Rede Federal proporciona formação profissional a cidadãos de todas as partes do País, a cada dia avançamos de forma significativa para a institucionalização da educação a distância em nossas instituições”.

Estudo – Percebendo a necessidade de expandir a Educação a Distância (EaD) na Rede Federal, o Conif instituiu em maio de 2016 grupo de trabalho (GT) para elaboração de diretrizes para a institucionalização da EaD. Composto por representantes do Fórum de Dirigentes de Ensino (FDE) e gestores de Educação a Distância, o GT fez propostas que foram debatidas e aprovadas pelo Pleno, cujo relatório com o resultado do trabalho será apresentado na próxima semana na 77ª Reunião Ordinária do Conselho, em Santarém (PA).

Atualmente, a EaD no País é custeada principalmente por fomento do Governo Federal através de programas como Rede e-Tec Brasil e Universidade Aberta do Brasil (UAB). Dessa forma, institucionalizar a EaD também possibilita a oferta de cursos por meio de subsídios provenientes dos Institutos Federais e dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets).

Fonte: Assessoria de Comunicação do CONIF. Foto: Divulgação III PromovEAD.

A Reforma do Ensino Médio em Questão

A professora Monica Ribeiro, colega do Instituto Federal do Paraná, que esteve conosco no último dia 24 de julho, acabou de publicar uma edição da revista “Retratos da Escola”, onde debate a Reforma do Ensino Médio em Questão – Dossiê.

A professora Monica foi uma das organizadoras da publicação, junto com a Leda Scheibe, da Unoesc.

Vale a leitura.

Para acessar a revista, clique aqui.

Rede Federal debate estratégias para comunicação institucional

Comunicadores dos Institutos Federais, dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) e do Colégio Pedro II estão reunidos em Brasília para a elaboração de estratégias de comunicação. O encontro, realizado pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), teve início nesta terça-feira, 1/8, e contou com as palestras dos jornalistas João José Forni e Silvana Ribeiro.

Após os debates, serão instituídos grupos de trabalho (GTs) para a construção da Política e do Plano de Comunicação do Conif, com a participação da Rede Federal.

Para o presidente do Conif, Francisco Roberto Brandão Ferreira, consolidar a comunicação institucional fortalece a identidade da Rede Federal. “Despertamos para a importância dessa discussão integrada que começa hoje, mas terá muito o que evoluir”, salienta.

Coordenado pela Assessora de Comunicação do Conif, Lena Marinho, o encontro foi deliberado pelo Pleno do Conselho na 76ª Reunião Ordinária realizada em julho. “Ações integradas e bem planejadas ampliarão a visibilidade sobre o potencial da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica”.

Os trabalhos encerram nesta quarta-feira, 2/8, com a apresentação das propostas de atividades imediatas e do cronograma para a elaboração da Política de Comunicação.

Participaram do início da reunião o diretor Administrativo do Conif, Wilson Conciani, reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB); o coordenador-geral de Infraestrutura e Inovação da Rede Federal, Daniel Ferraz de Godoy, e o secretário executivo do Conif, Alexandre Bahia.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Conif

Iniciando mais um semestre letivo

Depois de merecido descanso, as atividades acadêmicas do IFB estão de volta. Renovados, servidores de todos os campi do IFB estão reunidos, na manhã de hoje, 24, para o Encontro Pedagógico Unificado.

Tivemos o prazer de receber a professora Monica Ribeiro, colega do Instituto Federal do Paraná, que conduziu os debates sobre a Educação Profissional e o Ensino Médio Integrado no contexto da Reforma do Ensino Médio.

O IFB está se preparando para receber seus estudantes, da melhor forma possível.

 

Conectando-se com a Secretaria de Cultura do Distrito Federal

O reitor Wilson Conciani reuniu-se hoje com gestores da Secretaria de Cultura do DF para tratar sobre pautas como o Intercâmbio Sociocultural e o ConectaIF.  Em conversa com o Secretário de Cultura, Guilherme Reis,  Conciani fez o convite a Secretaria para participar do evento na programação do Palco Cultural.

O subsecretário de Patrimônio Cultural, Gustavo Pacheco, presente na reunião confirmou o envolvimento da pasta. Além do ConectaIF, a Secretaria de Cultura apoiará outras atividades, como a amostra artística armênia prevista para novembro, a implantação do IFB Campus Recanto das Emas e o reforço em ações de formação/qualificação na área artístico cultural.

IFB recebe representantes de Instituto de Tecnologia e Politécnicos da Nova Zelândia

Na tarde de hoje, 6/07, o reitor do Instituto Federal de Brasília recebeu representantes da Waikato Institute of Technology (Wintec), um dos 16 Institutos de Tecnologia e Politécnicos (ITP) da Nova Zelândia.

O objetivo  do encontro foi estabelecer parcerias para cooperação acadêmica e mobilidade de professores, pesquisadores, equipes técnicas e alunos com o IFB, além de trocar experiências e conhecer oportunidades de engajamento.

Além de Brasília, os representantes da Wintec também estão visitando a cidade de São Paulo durante a passagem pelo Brasil, para compartilhar suas metodologias de ensino técnico e trocar experiências com o modelo brasileiro.

ITP 

Os Institutos de Tecnologia e Politécnicos da Nova Zelândia são instituições públicas de ensino superior voltados para aspectos práticos do aprendizado. Com fortes vínculos com as indústrias locais, os ITPs oferecem grande variedade de programas de estudos, com qualificações que vão do ensino técnico e vocacional aos programas de pós-graduação com pesquisa aplicada. Os programas oferecidos pelos ITPs são reconhecidos pelo Ministério da Educação da Nova Zelândia e pelo New Zealand Qualification Authority (NZQA), e possuem equivalência com os programas oferecidos pelas universidades (ensino superior).