Queensland, Austrália

O reitor do IFB, Wilson Conciani, está na Austrália, a serviço do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

Conciani e mais 21 dirigentes, de nove países diferentes, receberam um convite do governo de Queensland, estado australiano, para conhecer instituições de ensino públicas e privadas da região.

“Ontem, o encontro teve início com uma apresentação e hoje começamos as visitas em algumas escolas para conhecer os processos de desenvolvimentos e parcerias com as empresas e indústrias. A proposta é verificar onde é possível estabelecer parcerias entre as instituições da Rede Federal no Brasil e as instituições aqui de Queensland”, finaliza Conciani.

IFB recebeu a visita da professora Pamela Christe, do L.H.Martin Institute, da Austrália

Nesta quarta-feira, o IFB recebeu a visita da professora Pamela Christe, do L.H.MARTIN INSTITUTE, da Austrália. Sua palestra aos alunos do curso de Letras-Inglês e servidores do Campus Riacho Fundo foi muito interessante.

Alunos ficaram empolgados e estão interessados no intercâmbio com escolas da Austrália. Mais importante: não precisamos de tradução.

Parabéns aos alunos, ao Campus Riacho Fundo pela logística e a professora Luciana Massukado pela organização.

Gestores da Rede fazem cursos com professores australianos

Gestores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica começaram nesta segunda-feira, 14, o programa Líderes para o Futuro, seminário promovido em várias etapas pela instituição australiana LH Martin Institute (LHMI), em parceria com o Ministério da Educação. O LHMI é vinculado à Escola de Pós-Graduação em Educação de Melbourne, e mundialmente reconhecida pelo treinamento de dirigentes do setor.

A primeira etapa dos cursos prossegue até 25 de agosto, na modalidade presencial. A segunda etapa será a distância e terá a duração de três meses. A última, novamente presencial, é prevista para dezembro, quando acontecerá a avaliação final em Brasília. O objetivo do evento é ampliar a gestão estratégica com instituições empresariais e aprimorar a liderança para uma educação profissional, científica e tecnológica do século 21.

“Nós temos procurado fazer parcerias com vários países”, explica a secretária de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eline Nascimento. “Trouxemos professores australianos para que eles possam fazer um trabalho com 200 gestores da nossa rede federal. Durante essas duas semanas, recebemos pessoas de todo o Brasil para se capacitar e trocar experiências com eles.

Na avaliação de John Maddock, representante do LHMI, com esses seminários será possível trocar ideias e experiências para que os dois países aprendam nessa área de gerência. “Brasil e Austrália vão se ajudar mutuamente. Poderemos trocar ideias e experiências para levarmos tanto para lá quanto aqui para o Brasil”, reconhece Maddock.

O curso é ministrado por quatro professores australianos. Para Wilson Conciani, reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB), essa parceria vai render bons resultados para o futuro. “O importante é capacitar a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica para um maior entendimento com a sociedade. Hoje, a rede presta um grande serviço, que é a formação de profissionais, desenvolvendo pesquisas e atendimento com soluções tecnológicas dedicadas. Podemos fazer isso melhor se conhecermos o modelo que países como Austrália desenvolvem.”

Esta é a primeira etapa do curso. Esse trabalho começa agora, com quatro turmas – grupos de aproximadamente 50 gestores. Haverá fóruns de discussão, debates e elaboração de projetos. O segundo seminário será em 17 e 18 de agosto; o terceiro em 21 e 22 de agosto e o quarto e último, nos dias 24 e 25 de agosto.

Fonte: Correio Braziliense

Carta de Santarém: em defesa da Rede Federal

Reunido em Santarém (PA) nos dias 9 e 10 de agosto de 2017, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica (Conif) deliberou por manifestar à sociedade brasileira uma solicitação de apoio à manutenção das condições de trabalho dos 38 Institutos Federais, dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) e o Colégio Pedro II.

A efetiva atuação dessas instituições representa:

a) a garantia de oportunidade para milhares de jovens e trabalhadores que dependem do ingresso na educação pública, gratuita e de qualidade, em todos os níveis da formação profissional, como requisitos fundamentais à conquista da cidadania, à mobilidade social e à redução das desigualdades socioeconômicas;

b) a possibilidade de transferência de conhecimento e tecnologia aos pequenos e médios empresários e agricultores para potencializar o desempenho de seus empreendimentos, além do suporte tecnológico às políticas públicas como forma de aprimorar serviços indispensáveis para a melhoria da qualidade de vida da população;

c) a oferta de licenciaturas e o desenvolvimento de ações em prol do avanço da qualidade da educação básica em articulação com as demais redes públicas de ensino;

d) a qualificação profissional de grupos sociais historicamente excluídos da escola, incentivando a democratização e a potencialização do trabalho e renda.

Cabe destacar que, reconhecida como uma das mais bem-sucedidas políticas públicas nacionais, a expansão da Rede Federal viabilizou a instalação de campi em todas as regiões e estados do Brasil. Sua interiorização serviu de vetor para mudar o curso marcante de adensamento populacional, de instituições produtoras de conhecimento, de equipamentos culturais e de infraestrutura econômica. Com isso, vem contribuindo para reduzir as desigualdades socioespaciais e descentralizar o desenvolvimento.

Neste momento, a concepção de educação e a natureza pública dessas instituições mostram-se fragilizadas diante de decisões que envolvem corte de recursos e que poderão implicar na precarização e paralisação das atividades em andamento. Tais riscos decorrem da imposição de modelos pedagógicos que desconsideram o debate democrático e o reconhecido trabalho da Rede Federal, o qual pode ser atestado, inclusive, pelos exames nacionais e internacionais que aferem a qualidade da educação.

Por fim, a educação e, em particular, a formação para o trabalho devem estar vinculadas, de forma incondicional, a uma perspectiva de natureza política e social mais ampla, conformada à irrefutável precedência do direito das pessoas.

Reiterando o pedido de apoio à sociedade brasileira, assim se posiciona este Conselho.

Santarém (PA), 10 de agosto de 2017.

 

77ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif)

 

Acesse aqui a Carta de Santarém em PDF.

Conif discute educação aberta e a distância no Brasil

O diretor Administrativo do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Wilson Conciani, participou do III PromovEAD, realizado nos dias 2 e 3 de agosto, em Cuiabá. O encontro promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Associação Universidade em Rede (UniRede), debateu a importância da visibilidade do ensino público aberto e a distância no País com representantes de diversas entidades ligadas à área.

Wilson Conciani, também reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB), apresentou as ações realizadas pela Rede Federal na mesa-redonda “Estratégias para promoção e desenvolvimento da Educação Aberta e a Distância no Brasil em instituições públicas de educação”.

De acordo com o diretor Administrativo do Conif, a oferta de cursos na modalidade a distância permite a democratização da educação no Brasil. “A Rede Federal proporciona formação profissional a cidadãos de todas as partes do País, a cada dia avançamos de forma significativa para a institucionalização da educação a distância em nossas instituições”.

Estudo – Percebendo a necessidade de expandir a Educação a Distância (EaD) na Rede Federal, o Conif instituiu em maio de 2016 grupo de trabalho (GT) para elaboração de diretrizes para a institucionalização da EaD. Composto por representantes do Fórum de Dirigentes de Ensino (FDE) e gestores de Educação a Distância, o GT fez propostas que foram debatidas e aprovadas pelo Pleno, cujo relatório com o resultado do trabalho será apresentado na próxima semana na 77ª Reunião Ordinária do Conselho, em Santarém (PA).

Atualmente, a EaD no País é custeada principalmente por fomento do Governo Federal através de programas como Rede e-Tec Brasil e Universidade Aberta do Brasil (UAB). Dessa forma, institucionalizar a EaD também possibilita a oferta de cursos por meio de subsídios provenientes dos Institutos Federais e dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets).

Fonte: Assessoria de Comunicação do CONIF. Foto: Divulgação III PromovEAD.

A Reforma do Ensino Médio em Questão

A professora Monica Ribeiro, colega do Instituto Federal do Paraná, que esteve conosco no último dia 24 de julho, acabou de publicar uma edição da revista “Retratos da Escola”, onde debate a Reforma do Ensino Médio em Questão – Dossiê.

A professora Monica foi uma das organizadoras da publicação, junto com a Leda Scheibe, da Unoesc.

Vale a leitura.

Para acessar a revista, clique aqui.

Rede Federal debate estratégias para comunicação institucional

Comunicadores dos Institutos Federais, dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) e do Colégio Pedro II estão reunidos em Brasília para a elaboração de estratégias de comunicação. O encontro, realizado pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), teve início nesta terça-feira, 1/8, e contou com as palestras dos jornalistas João José Forni e Silvana Ribeiro.

Após os debates, serão instituídos grupos de trabalho (GTs) para a construção da Política e do Plano de Comunicação do Conif, com a participação da Rede Federal.

Para o presidente do Conif, Francisco Roberto Brandão Ferreira, consolidar a comunicação institucional fortalece a identidade da Rede Federal. “Despertamos para a importância dessa discussão integrada que começa hoje, mas terá muito o que evoluir”, salienta.

Coordenado pela Assessora de Comunicação do Conif, Lena Marinho, o encontro foi deliberado pelo Pleno do Conselho na 76ª Reunião Ordinária realizada em julho. “Ações integradas e bem planejadas ampliarão a visibilidade sobre o potencial da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica”.

Os trabalhos encerram nesta quarta-feira, 2/8, com a apresentação das propostas de atividades imediatas e do cronograma para a elaboração da Política de Comunicação.

Participaram do início da reunião o diretor Administrativo do Conif, Wilson Conciani, reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB); o coordenador-geral de Infraestrutura e Inovação da Rede Federal, Daniel Ferraz de Godoy, e o secretário executivo do Conif, Alexandre Bahia.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Conif