IFB reforça orçamento 2018 com recursos da bancada do DF no Congresso Nacional

A bancada federal do Distrito Federal (oito deputados e três senadores) destinou R$ 45 milhões para a expansão da oferta da Educação a Distância (EaD) ofertada pelo Instituto Federal de Brasília (IFB) para 2018. A emenda coletiva está na modalidade prioritária e vai agora para aprovação na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O projeto com os recursos é a reestruturação da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) de todas as Unidades do IFB para ofertar sistema online mais amplo e seguro possibilitando um salto de aproximadamente 2 mil alunos para 30 mil até 2019.

Hoje o Instituto Federal de Brasília oferece na modalidade EaD cursos técnicos (concomitante e subsequente) e de Formação Inicial e Continuada (FIC) em 11 polos (nos dez campi e em Brazlândia). A proposta com a reestruturação é ampliar a oferta destes cursos e também de pós-graduação.

 

Outras emendas

Há parlamentares que também estão destinando emendas individuais para o IFB. É o caso da deputada Érika Kokay que está destinando R$ 500 mil com o objetivo de adquirir equipamentos para a realização de cursos na área de Saúde (Qualidade de Vida para Idosos, Cuidador de Idosos, Segurança do Trabalho). O deputado Rôney Nemer está indicando R$ 400 mil para projeto de Energia Fotovoltaica no Campus Recanto das Emas. O deputado Ronaldo Fonseca indicou R$ 500 mil para projetos da mesma natureza energética (fotovoltaica), destinados ao Campus Brasília. No caso do deputado Alberto Fraga, os R$ 1,5 milhões são orientados para projetos fotovoltaicos para o IFB como um todo. Já o senador Hélio José indicou também R$ 500 mil para a ser utilizado em qualificação a ser executada pelo Campus Ceilândia. No total, estes parlamentares indicaram R$ 2,9 milhões.

 

Entenda

As emendas parlamentares são enviadas para inserção na LOA do ano seguinte, o que acontece normalmente no final do ano. No início do ano fiscal – geralmente entre março e abril – é feita a autorização dos valores orçamentários para o Ministério correspondente (no caso o Ministério da Educação) e este ao longo do ano vai liberando o financeiro para a instituição, o que às vezes chega a acontecer apenas no último trimestre do ano.

Para todas essas etapas é necessária gestão institucional.

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